
O vereador Antônio Carlos da Vilinha (MDB) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Grajaú, durante a sessão desta quarta-feira (5), para denunciar um suposto uso político dentro do Hospital Geral de Grajaú (HGG). O parlamentar afirmou ter recebido relatos de perseguição a pacientes e cobrou que os servidores da unidade atuem de forma técnica, defendendo que o atendimento na saúde pública seja prestado sem distinção política.
Durante o pronunciamento, o parlamentar citou o caso de uma mulher, que, segundo ele, sofreu um acidente e teria sido transferida para Açailândia às vésperas de uma cirurgia que seria realizada em Grajaú durante um mutirão. Na avaliação do vereador, a transferência ocorreu por motivação política, prejudicando o atendimento da paciente.
"Saúde não se faz política em cima da saúde, não. Pegaram uma pessoa de dentro de um hospital e mandaram para outra cidade só por causa de política. Isso é brincadeira. O Hospital Geral é do povo e quem trabalha lá é pago para atender todos, sem perguntar de quem é o paciente", declarou.
O vereador também criticou o que classificou como perseguição dentro da unidade hospitalar e afirmou que alguns servidores estariam tratando o hospital como se fosse um espaço político.
Não é de hoje que o HGG vem sendo motivo das mesmas reclamações por parte dos vereadores e da população por suposto uso político